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segunda-feira, 17 de setembro de 2007, 10:19 Online segunda-feira, 17 de setembro de 2007, 10:40
Mangas dos jalecos serão encurtadas e bijuterias abolidas na Grã-Bretanha.
BBC Brasil – BBC

– O tradicional jaleco branco dos médicos britânicos terá as mangas encurtadas a partir do ano que vem, em uma tentativa do governo de conter os casos de infecção hospitalar. Como parte das medidas anunciadas pelo ministro da Saúde, Alan Johnson, os médicos também não poderão mais usar blusas de manga comprida, bijuterias ou relógios. Segundo o Departamento de Saúde do governo, os punhos das roupas, provavelmente, ficam “muito contaminados” pelas chamadas superbactérias -resistentes a antibióticos – encontradas em ambientes hospitalares, entre elas a Clostridium difficile, que causa diarréia e inflamação do cólon, e a Staphylococcus aureus, causadora de pneumonia. Outras formas de proteção, como aventais plásticos, também serão adotadas. O departamento ainda aconselha médicos e enfermeiros britânicos a evitar o uso de gravata durante trabalho clínico. Os enfermeiros-chefes agora terão que relatar diretamente suas preocupações sobre limpeza e higiene para a direção dos hospitais quatro vezes por ano. Os diretores hospitalares também terão o dever legal de notificar os casos de infecção à Agência de Proteção de Saúde. “Estou determinado a que a segurança do paciente, inclusive a limpeza, sejam a primeira prioridade em todas as organizações do Serviço Nacional de Saúde”, disse o ministro. “O pacote de medidas anunciado nesta segunda-feira dá maior responsabilidade aos enfermeiros e define orientações na vestimenta que vão ajudar a garantir a lavagem própria das mãos e evitar o alastramento de infecções.” A estratégia foi definida depois de uma revisão do Serviço Nacional de Saúde proposto pelo primeiro-ministro britânico Gordon Brown pouco depois de ele assumir o cargo, em junho. Os hospitais também deverão receber novas orientações clínicas sobre o isolamento de pacientes infectados pelas superbactérias.

BBC Brasil
var keywords = “grã-bretanha; médicos; hospital; infecção hospitalar; super bactérias”;


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9 Responses to Notícias

  1. Jaleco Vida disse:

    Funcionários saem de UTIs e vão até para lanchonetes com o traje. Cerca de 90% das bactérias resistem por até 12 horas na roupa.
    Do G1, com informações do Jornal Nacional.

    Segunda-feira, 18/05/2009
    Em várias partes do Brasil, profissionais de saúde deixam os hospitais com os jalecos no corpo. O mau hábito pode causar problemas. Segundo pesquisa da UFRJ, bacterias podem permanecer no avental.
    Muitos profissionais de saúde compartilham um hábito que preocupa pacientes. Em Belo Horizonte, Campo Grande, São Paulo, Fortaleza e em outras cidades do país, funcionários deixam o hospital após o expediente, mas continuam de jaleco na rua.
    Em calçadas próximas a hospitais, é comum ver gente vestida com o uniforme e até com toucas de proteção.

    Segundo uma portaria do Ministério do Trabalho, os profissionais da área da saúde só devem usar o uniforme nos locais de trabalho. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária não tem uma regra específica, mas reconhece que há risco.

    saiba mais
    “O grande problema é o profissional de saúde levar, através das suas roupas e vestimentas que ele usou no hospital, infecções do hospital para a sua família e com as pessoas que ele convive fora do ambiente hospitalar”, explicou Eder Murari Borba, gerente da Anvisa.
    Um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro mostra que bactérias ficam no tecido e 90% delas resistem por até 12 horas na roupa. Na capital mineira, até quem trabalha em UTI sai com a vestimenta e touca para comprar lanche na calçada.
    “Esse aparato avental é uma proteção para o indivíduo para que ele não contraia nenhuma contaminação, nenhum respingo, nenhuma sujeira. E isso então deve estar restrito a sua área de trabalho”, orientou a bióloga Cristina de Carvalho.

  2. Jaleco Vida disse:


    Grande perigo é levar microrganismos patogênicos para fora das instituições. Medidas simples, como lavar roupa em solução especial e tirá-la na rua, evitam risco.
    O biomédico Roberto Figueiredo, mais conhecido como Dr. Bactéria, alerta: os médicos não devem sair do hospital usando o mesmo jaleco com o qual trabalham de jeito nenhum. Em mais um de seus tradicionais testes de segurança microbiana no Fantástico, Figueiredo mostrou que a vestimenta-padrão desses profissionais pode carregar microrganismos altamente nocivos à saúde.

    A idéia já está sendo levada a sério pelo governo britânico, que vai proibir os médicos do Reino Unido de usarem jalecos de manga comprida, bem como gravatas, relógios e jóias. Mas, numa blitz em São Paulo, o Dr. Bactéria achou dezenas de profissionais da saúde cometendo o erro de sair do hospital com o jaleco ainda no corpo.

    O grande problema da prática é que bactérias e outros agentes microscópicos de doenças peguem “carona” na roupa, em especial em suas mangas e bolsos. O risco é pequeno, mas existe. E doenças podem chegar tanto da rua para os pacientes do hospital quanto do hospital para pessoas fora dele. No ambiente hospitalar, há muita gente com o sistema de defesa do organismo em baixa — portanto, vulnerável a infecções. E, fora dele, idosos, doentes e crianças também ficam mais ameaçadas.

    Num teste laboratorial feito com oito jalecos aparentemente impecáveis, o Dr. Bactéria encontrou bactérias muito resistentes a antibióticos, capazes de causar otites, faringites ou até pneumonia.

    Segundo Figueiredo, além da medida simples de deixar o jaleco sempre dentro do ambiente hospitalar, é possível evitar os riscos das superbactérias lavando as roupas em um litro d’água misturado a 60 ml de formol. Com isso, após cinco minutos, os microrganismos estão todos mortos.

  3. Jaleco Vida disse:

    18/05/09 – 20h50 – Atualizado em 18/05/09 – 22h07

    Usar jaleco fora de hospital é um risco para saúde
    Profissionais saem de UTIs e vão até lanchonetes com o traje de trabalho. As bactérias pegam carona no tecido e 90% delas resistem por até 12 horas na roupa.

    A edição desta segunda começa com uma sugestão do público. Nesses dias em que se tem falado da gripe suína, da preocupação com a higiene, dos cuidados com passageiros que desembarcam em portos e aeroportos, o Jornal Nacional recebeu várias mensagens de telespectadores preocupados com um determinado hábito de muitos profissionais de saúde. Nós vamos ver agora na reportagem de Ricardo Soares.

    Fim de expediente em Belo Horizonte e muita gente vai embora com o jaleco usado no trabalho. O mau hábito é repetido em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. É do hospital, direto para a rua.

    Na capital paulista, é direto para o restaurante. Nas calçadas próximas a um hospital, é comum ver gente vestida com o uniforme e até com toucas de proteção. Em Fortaleza, é a mesma coisa nas calçadas e dentro de lanchonetes.

    Segundo uma portaria do Ministério do Trabalho, os profissionais da área da saúde só devem usar o uniforme nos locais de trabalho. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária não tem uma regra específica, mas reconhece que há risco.

    “O grande problema é o profissional de saúde levar, através das suas roupas e vestimentas que ele usou no hospital, infecções do hospital para a sua família e com as pessoas que ele convive fora do ambiente hospitalar”, explicou Eder Murari Borba, gerente da Anvisa.

    Um estudo da Universidade Federal do Rio mostra que bactérias pegam carona no tecido e 90% delas resistem por até 12 horas na roupa. Na capital mineira, até quem trabalha em UTI sai com a vestimenta e touca para comprar lanche na calçada.

    “Esse aparato avental é uma proteção para o indivíduo para que ele não contraia nenhuma contaminação, nenhum respingo, nenhuma sujeira. E isso então deve estar restrito a sua área de trabalho”, orientou Cristina Martins Vieira, especialista em biossegurança.

  4. Jaleco Vida disse:

    17/09/07 – 16h15 – Atualizado em 17/09/07 – 16h26

    Reino Unido proíbe uso de jaleco por médicos
    Mudança pretende reduzir número de infecções hospitalares.
    Médicos não poderão mais usar jóias, relógios e gravatas.

    Do G1, com informações da Efe

    O governo do Reino Unido aprovou nesta segunda-feira (17) um novo código para regular a maneira de se vestir nos hospitais. A medida prevê a substituição do tradicional jaleco branco por uma nova vestimenta e proíbe os médicos de usar jóias, relógios ou gravatas. O motivo: evitar possíveis infecções.

    A proibição da tradicional roupa branca entrará em vigor a partir do próximo mês de janeiro, segundo anunciou hoje o ministro da Saúde do Reino Unido, Alan Johnson.

    Segundo o relatório do governo, os jalecos constantemente apresentam suas mangas sujas, e por isso serão trocados por novas vestimentas, com mangas até os cotovelos.

    O novo código visa evitar possíveis infecções, e prevê a elaboração, por parte das enfermeiras, de relatórios trimestrais sobre a higiene e a limpeza dos hospitais.

    “Este pacote de medidas aumentará a responsabilidade das enfermeiras, e estabelecerá um código de vestimentas que ajudará a prevenir as infecções”, afirmou Johnson.

  5. Jaleco Vida disse:

    17/09/2007 – 14h52m – Atualizado em 17/09/2007 – 14h55m

    NOVO CÓDIGO MÉDICO DO REINO UNIDO PROÍBE UTILIZAÇÃO DE JALECOS

    Londres, 17 set (EFE).- O Governo do Reino Unido aprovou hoje um novo código para regular a maneira de vestir nos hospitais, que prevê a substituição do tradicional jaleco branco por uma nova vestimenta, e proíbe os médicos de usar jóias, relógios ou gravata, para evitar possíveis infecções.

    A proibição da tradicional roupa branca entrará em vigor a partir do próximo mês de janeiro, segundo anunciou hoje o ministro da Saúde do Reino Unido, Alan Johnson.

    Segundo o relatório do Governo, os jalecos constantemente apresentam suas mangas sujas, e por isso serão trocados por novas vestimentas, com mangas até os cotovelos.

    O novo código visa evitar possíveis infecções, e prevê a elaboração, por parte das enfermeiras, de relatórios trimestrais sobre a higiene e a limpeza dos hospitais.

    “Este pacote de medidas aumentará a responsabilidade das enfermeiras, e estabelecerá um código de vestir, que ajudará a prevenir as infecções”, afirmou hoje Johnson. EFE

  6. Jaleco Vida disse:

    12/06/07 – 07h29 – Atualizado em 12/06/07 – 07h29

    Doutor, cuidado com o jaleco!

    É fácil encontrar nas redondezas de qualquer grande hospital: quem nunca viu um médico ou enfermeiro circulando de jaleco, aquele avental branco, no meio da rua? É um costume tão comum, mas que esconde riscos.

    Apesar de aprenderem isso nas primeiras aulas da faculdade, muitos médicos, enfermeiros e biólogos esquecem que o tecido pode abrigar bactérias. É o alerta que faz uma pesquisa desenvolvida pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

    Na hora do lanche, transitando entre prédios ou saindo do hospital, profissionais das áreas de saúde e biologia não tomam um cuidado que aprendem nas primeiras aulas da faculdade: o jaleco é um meio de transmissão de doenças e deve ter uso restrito.

    “Eu sei que o jaleco pode ser um transmissor de doenças. Mas é que eu estou saindo do hospital, por isso estou com ele”, justificou um jovem.

    “Eu não gosto de andar de jaleco, mas eu estou carregando muita coisa. Não desci com bolsa, daí desci com o jaleco”, disse a estudante de medicina Fernanda Cezar.

    Apresentar um argumento capaz de derrubar as desculpas é a meta do estudo organizado pelo professor Marco Antônio Miguel, do Instituto de Microbiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

    Para ter provas e exemplos dos riscos de contaminação, a equipe dele expôs pedaços de algodão e de tecidos sintéticos, comuns nestes uniformes, a cinco tipos de bactérias, as maiores causadoras das chamadas infecções hospitalares. O resultado: 90% das bactérias usadas no estudo resistiram nas amostras de tecido durante doze horas, e alguns tipos mostraram que podem resistir até três semanas no jaleco.

    O estudo agora vai analisar a taxa de transferência das bactérias para outros meios, como mesas e balcões de lanchonetes, e também coletar amostras nos jalecos de profissionais que circulam pelo campus da própria universidade.

    A equipe de reportagem do Bom Dia Brasil entrou no restaurante do Hospital Universitário. Médicos de jaleco pegam comida no bandejão e uma enfermeira diz que vem direto da emergência, sem tirar a peça.

    “É tão corrido o nosso trabalho que não temos muito tempo para tirar e depois voltar”, comentou a enfermeira Aline Nóbrega.

    O estetoscópio também acompanha a médica Cláudia Costa na parada para um lanche. “O jaleco, com certeza, é um transmissor de doenças. Tanto que, nas áreas de bactérias resistentes, a gente tem que usar capotes especiais”, alegou.

    A direção do Hospital Universitário diz que os profissionais são proibidos de circular de jaleco nas áreas externas e no restaurante, mas explica que não há fiscais para impedir essa prática tão comum. O pesquisador Marco Antônio Miguel espera que o estudo ajude a mudar esse hábito.

    “Eu espero que esses profissionais passem a ter certeza de que o risco acontece. Esses indivíduos devem sair da área de trabalho e deixar o jaleco dentro do seu ambiente de trabalho, tanto no laboratório, na clínica ou no ambulatório. Se ele não tiver onde deixar, ele coloca em um saco plástico e sai à rua”, defende o pesquisador do Instituto de Microbiologia da UFRJ, Marco Antônio Miguel.

  7. Jaleco Vida disse:

    Membranas de Celulose Bacteriana contendo Nanopartículas de Prata.
    Hernane S. Barud1 (PG) *, Taís Regiane1 (IC), Celina Barrios1 (IC), Rodrigo F. C. Marques1 (PQ), Celso
    Molina1 (PQ), Marc Verelst2 (PQ), Jeannett Dexpert-Ghys2 (PQ), Younes Messaddeq1 (PQ), Sidney J. L.
    Ribeiro1 (PQ). hsbarud@iq.unesp.br
    1- Instituto of Química- UNESP, CP 355, CEP 14800-900, Araraquara, SP, 14801-970, Brasil
    2- Centre d’Elaboration de Matériaux et d’Etudes Structurales, CEMES, UPR N°8011 – Université Toulouse III, B.P.
    94347, 29 rue Jeanne Marvig, 31055 Toulouse Cedex, France
    Palavras Chave: celulose bacteriana, nanopartículas de prata, membranas de celulose.
    A celulose produzida pela bactéria Acetobacter xylinum possui propriedades peculiares que a diferem consideravelmente da celulose vegetal. A celulose bacteriana (CB) é obtida pura quimicamente, ou seja, livre de lignina e hemicelulose, é extremamente hidrofílica e possui cristalinidade superior à apresentada pela celulose vegetal. Essas propriedades aliadas a estrutura tridimensional nanométrica conferem uma amplo leque de aplicações que vão desde a indústria de papel e têxtil até a indústria alimentícia [1]. Na área médica destaca-se a aplicação como substituto temporário da pele no tratamento de queimados e feridas de difícil cicatrização [1,2]. Em paralelo, a estrutura da celulose também têm sido utilizada como “template” para a preparação de metais com dimensões nanométricas. A incorporação de metais na membrana de celulose é bastante interessante devido as propriedades de coordenação e porosidade da matriz e a prata é um metal que tem sido objeto de estudo devido as suas propriedades antibacterianas.
    A sua incorporação em tecidos e membranas para curativos já podem ser encontrados em produtos comerciais.
    O principal objetivo desse trabalho é o preparo de membranas de celulose bacteriana contendo
    nanopartículas de prata.
    Membranas de CB em natura (cubos de 1cm2) foram imersas em 10 mL de solução de AgNO3 0,01M durante 10 minutos. Em seguida adicionou-se 0,1mL de Trietanolamina, utilizada aqui como agente estabilizante e redutor, e a mistura foi mantida durante 12h. As membranas foram secas a 80oC e caracterizadas por Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV), Difração de Raios X (DRX), e Análise Termogravimétrica (TGA). A coordenação do complexo formado entre a trietanolamina e a prata à estrutura da celulose, e a sua decomposição térmica, levam a obtenção de nanopartículas de prata adsorvidas na membrana de celulose. A difração de raios X revela os picos de difração referentes a pratametálica (ficha JCPDS-ICDD 4-783. Não se obtém prata metálica pela simples incorporação de prata pela membrana a partir de uma solução de nitrato de prata. Utilizando a fórmula de Sherrer o tamanho médio das partículas é de 8,5 nm. Observa-se também um pico em 32,3o que refere-se à formação de Ag2O. Na estequimetria utilizada (TEA:prata = 1:100) obtém-se uma mistura de Ag( 0 )-AgO conforme descrito na literatura [3], um agregado de nanopartículas de prata depositado entre as nanofibras da membrana de celulose bacteriana.
    Sobre a membrana podem-se observar as partículas adsorvidas individualmente com tamanho que concorda com o obtidos pela DRX. A porcentagem em massa de prata foi determinada através de TGA (aproximadamente 20%).
    Membranas de celulose bacteriana transparentes e homegêneas contendo nanopartículas de prata metálica foram obtidas a partir de mantas de celulose hidratada, de meio de cultura da bactéria Acetobacter xylinum, e soluções de Ag+-TEA. Resultados de MEV e DRX revelam nanopartículas de prata com diâmetro médio de 8 nm bem adsorvidas nas fibras de celulose. A utilização de TEA como estabilizante e redutor levou a obtenção de partículas esféricas dispersas na estruturas reticulada da celulose.

    CAPES, CNPq, FAPESP.
    1- Bielecki, S.; Krystynowicz,A.; Turkiewicz, M.; Kalinowska, H., Bacterial Cellulose Ch. 14 p.381 in: Biotechnology of biopolymers. From synthesis to patents, Ed. A. Steinbuchel and Y. Doi, Wiley-VCH Verlag GmbH, Weinheim, 2005.
    2- Klemm, D.; Heublein, B.; Fink, H-P; Bohn, A., A. Angew. Chem. Int. Ed. 2005, 44, 3358.
    3- Kocareva,T.; Grozdanov, I.; Pejova, B., Mater. Lett. 2001, 47, 319.

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